As vezes passamos desertos em nossas vidas,aonde existem muitos gigantes tentando nos tragar, nos derrubar,mas sabemos que por nós, Jesus venceu a morte e triunfou,ressuscitou Lázaro apos 4 dias, então podemos esperar naquele que triunfa, mesmo após a morte,porque nosso Deus vive, para sempre... pelos séculos dos séculos..
sexta-feira, 6 de maio de 2011
quarta-feira, 4 de maio de 2011
sábado, 23 de abril de 2011
Estudo sobre Verdade
APLICANDO A VERDADE
III. ACEITAR A JESUS GARANTE O PERDÃO DE NOSSOS PECADOS
Em Romanos 5.12 nos diz: “Pelo que, por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram”. Como podemos ser culpados Por uma falta que Adão cometeu a milhares de anos? Muitos não acreditam que não é justo Deus nos julgar por causa do erro de Adão. No entanto, cada um de nós confirma a herança que recebeu de Adão com erros cotidianos. Temos a mesma natureza pecaminosa de Adão; estamos sempre inclinados a nos rebelar contra Deus. Mas seremos julgados pelo mal que cometemos; como pecadores, não precisamos de justiça, e sim de misericórdia. Com a prática do pecado recebemos também a morte espiritual, pois, “o salário do pecado é a morte”(Romanos 6. 23). A única possibilidade de nos livrarmos do poder do pecado é aceitando a Jesus como nosso único salvador, isso só pode acontecer através de Jesus, em Romanos 5. 1 nós lemos: “justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus, por meio de nosso Senhor Jesus Cristo”. O pecado faz com que nós venhamos a ficar separados de Deus, e perdermos a nossa comunhão com Ele. Por isso esse perdão é muito importante, pois ele quebra a barreira que existia entre nós e Deus.
1. Aceitar a Jesus implica tê-Lo como esperança para a eternidade.
A vida eterna é uma realidade para aqueles que aceitam a Jesus como seu Senhor e salvador e para aqueles que o rejeitam. Jesus deixou bem claro a existência do céu e o inferno. Existe apenas duas possibilidades para a vida pós-morte: a eternidade com Deus no céu ou sem Ele, no inferno. Em Mateus nós encontramos Jesus em um de seus ensinos dizendo: “Então, dirá também aos que estiverem a sua esquerda: apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o Diabo e seus anjos”. O inferno não é aqui na terra como alguns dizem, nem uma história inventada por pregadores para impressionar seus ouvintes. Ele existe, e Jesus alertou seus ouvintes a que não fossem para lá.
CONCLUSÃO
Clive Staples Lewis, professor de literatura em Oxford, era ateu, mas examinando o evangelho decidiu aceitar Jesus como seu salvador. Em um de seus livros escreveu: “Só há duas espécies de pessoas no final: os que dizem a Deus ‘seja feito a tua vontade’, e aqueles que Deus diz: ‘a tua vontade seja feita’. Todos os que estão no inferno foi porque escolheram. Sem esta auto-escolha não haveria inferno. “Essa é uma descrição perfeita do que acontece na esfera espiritual de quem aceita ou rejeita a Jesus.
Márcio Andrade
III. ACEITAR A JESUS GARANTE O PERDÃO DE NOSSOS PECADOS
Em Romanos 5.12 nos diz: “Pelo que, por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram”. Como podemos ser culpados Por uma falta que Adão cometeu a milhares de anos? Muitos não acreditam que não é justo Deus nos julgar por causa do erro de Adão. No entanto, cada um de nós confirma a herança que recebeu de Adão com erros cotidianos. Temos a mesma natureza pecaminosa de Adão; estamos sempre inclinados a nos rebelar contra Deus. Mas seremos julgados pelo mal que cometemos; como pecadores, não precisamos de justiça, e sim de misericórdia. Com a prática do pecado recebemos também a morte espiritual, pois, “o salário do pecado é a morte”(Romanos 6. 23). A única possibilidade de nos livrarmos do poder do pecado é aceitando a Jesus como nosso único salvador, isso só pode acontecer através de Jesus, em Romanos 5. 1 nós lemos: “justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus, por meio de nosso Senhor Jesus Cristo”. O pecado faz com que nós venhamos a ficar separados de Deus, e perdermos a nossa comunhão com Ele. Por isso esse perdão é muito importante, pois ele quebra a barreira que existia entre nós e Deus.
1. Aceitar a Jesus implica tê-Lo como esperança para a eternidade.
A vida eterna é uma realidade para aqueles que aceitam a Jesus como seu Senhor e salvador e para aqueles que o rejeitam. Jesus deixou bem claro a existência do céu e o inferno. Existe apenas duas possibilidades para a vida pós-morte: a eternidade com Deus no céu ou sem Ele, no inferno. Em Mateus nós encontramos Jesus em um de seus ensinos dizendo: “Então, dirá também aos que estiverem a sua esquerda: apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o Diabo e seus anjos”. O inferno não é aqui na terra como alguns dizem, nem uma história inventada por pregadores para impressionar seus ouvintes. Ele existe, e Jesus alertou seus ouvintes a que não fossem para lá.
CONCLUSÃO
Clive Staples Lewis, professor de literatura em Oxford, era ateu, mas examinando o evangelho decidiu aceitar Jesus como seu salvador. Em um de seus livros escreveu: “Só há duas espécies de pessoas no final: os que dizem a Deus ‘seja feito a tua vontade’, e aqueles que Deus diz: ‘a tua vontade seja feita’. Todos os que estão no inferno foi porque escolheram. Sem esta auto-escolha não haveria inferno. “Essa é uma descrição perfeita do que acontece na esfera espiritual de quem aceita ou rejeita a Jesus.
Márcio Andrade
sexta-feira, 22 de abril de 2011
E Conhecereis a verdade e a Verdade vos libertará!!
"A Verdade vos Libertará"
(João 8:32)
O conceito da "verdade" vem desafiando a humanidade por milhares de anos. Filósofos da antiga Grécia debatiam a natureza da verdade. Eles discutiam se ela era real e absoluta, ou relativa e ilusória. Suas dúvidas podem ter sido refletidas numa questão de Pilatos: "Que é a verdade?" (João 18:38).
Hoje, a mesma pergunta surge continuamente em várias situações. É de vital importância que achamos a resposta para esta pergunta na área de religião. O que é verdadeiro? Posso conhecer a verdade?
Para ajudar-nos a responder a estas questões, vamos focalizar nossa atenção em um versículo do ensinamento de Jesus. Em João 8:32, ele disse: "E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará ." Considere as implicações desta afirmação.
"A Verdade"
Os humanos podem andar em dúvida e incerteza, mas Jesus é inequívoco. Ele fala sobre a verdade como algo exato e objetivo. Em outra parte ele nos fala que a verdade é a palavra de Deus revelada. Quando ele falou com seu Pai (João 17:17), ele disse: "tua palavra é a verdade". Quando Jesus falou sobre a verdade, ele não estava falando sobre uma vaga abstração resultante de um intenso pensamento humano, meditação, lógica ou de um debate. Ele não definiu a verdade em termos subjetivos como uma coisa qualquer que as pessoas escolheriam acreditar. Jesus definiu a verdade como um fato revelado e eterno! A palavra de Deus é verdadeira independentemente do fato de eu concordar com isso, de eu aceitar e obedecer, ou rejeitar e contestar.
Outros que escreveram o Novo Testamento fizeram similares afirmações sobre a palavra de Deus, achada nas Escrituras. Em 2 Timóteo 3:16-17, Paulo disse: "Toda Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra." Paulo também disse que seu ensinamento não tinha palavras de sabedoria humana, e sim palavras reveladas pelo Espírito Santo (veja 1 Coríntios 2:9-13).
Deus revelou a verdade como certa e absoluta. Deus não nos deu meramente idéias subjetivas para serem moldadas de modo a se ajustarem às nossas situações. Ele não aprova distorções ou modificações das Escrituras para que se ajustem aos nossos caprichos. Deus certamente não nos deixou num mar de dúvidas onde nada podemos saber com certeza.
Devemos escolher como responder a esta revelação de Deus. Nós podemos obedecê-la ou rejeitá-la. Temos a liberdade de aceitar tudo o que Deus disse, ou somente as partes que nos interessam. Mas quando decidirmos como responder a ela, devemos lembrar de que nada o que fizermos irá mudar a veracidade de suas palavras. Aproximadamente três mil anos atrás o escritor de Salmos disse: "Para sempre, ó Senhor, está firmada a tua palavra no céu" (Salmo 119:89).
"Conhecereis . . ."
Jesus não mostra a "verdade" como um objetivo ilusório e inatingível. Ele diz: "Conhecereis a verdade". Jesus plenamente ensinou que podemos e devemos conhecer a verdade. Podemos conhecer a verdade hoje do mesmo jeito que o povo de Beréia o fez no primeiro século: Eles procuraram por ela nas Escrituras (veja Atos 17:11). Podemos distinguir o certo do errado. Paulo instruiu os Tessalonicenses: "Julgai todas as cousas, retende o que é bom; abstende-vos de toda forma de mal" (1 Tessalonicenses 5:21-22). Ainda hoje é verdade que a "lâmpada para os meus pés é a tua palavra, e luz para os meus caminhos" (Salmo 119:105).
As pessoas que escreveram o Novo Testamento confidentemente declaram que é possível saber a verdade. Em Hebreus 10:26, o escritor fala das pessoas que tinham "recebido o pleno conhecimento da verdade". João falou com pessoas que receberam este conhecimento da verdade (1 João 2:21). Paulo condenou aqueles que estão "sempre aprendendo mas que jamais podem chegar ao conhecimento da verdade" (2 Timóteo 3:7). Por que receberam tão severa crítica? Porque eles fracassaram em aprender a verdade, resistindo assim a palavra de Deus. Eles não compreenderam a verdade porque assim não a quiseram (veja 2 Timóteo 3:8). Nós podemos saber a verdade.
". . . Vos Libertará"
Isto pode nos fazer pensar, talvéz até um ponto de medo, sobre a responsabilidade dada por Deus de conhecermos a verdade. Para prevenir que sejamos esmagados por esta provocante passagem, não devemos perder esta grande promessa anexada neste trecho. Jesus acrescentou: "A verdade vos libertará".
A liberdade é valorizada universalmente. Inúmeras pessoas têm sacrificado suas vidas esforçando-se para assegurarem sua própria liberdade política ou de outrem também. Verdadeiramente em todas as nações do mundo, o encarceramento é considerado como uma severa punição para aqueles que violam a lei. Tão valiosa quanto a liberdade pessoal e política, também é aquela que Jesus nos fala em João 8:32. Só que esta liberdade é até mais significativa. Nossos pecados nos levam a conseqüências de vínculos espirituais e mortais -- eterna separação de Deus. Jesus se ofereceu para nos libertar das conseqüências da nossa própria rebelião contra Deus!
Paulo nos lembrou deste benefício do evangelho em Romanos 1:16 ". . .é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego". Deus escolheu o uso de sua palavra, que é a verdadeira mensagem da Bíblia, para salvar-nos de nossos pecados.
Deus, contudo, não nos força a sermos libertos. Muitas pessoas são enganadas por Satanás e seus falsos mestres para que não possam discernir a liberdade do encarceramento (veja 2 Pedro 2:17-22). Infelizmente, muitas pessoas rejeitam a liberdade que Deus oferece e permanecem presas em seus próprios pecados. Jesus usou as palavras de um profeta do Velho Testamento, Isaías, para descrever a triste condição daqueles que não aceitam a liberdade divina: "Porque o coração deste povo está endurecido, de mau grado ouviram com os ouvidos e fecharam os olhos; para não suceder que vejam com os olhos, ouçam com os ouvidos, entendam com o coração, se convertam e sejam por mim curados" (Mateus 13:15).
Muitas pessoas consideram a verdade incerta, mas Deus claramente revelou a verdade para que nós possamos conhecê-la. Muitas pessoas acreditam que os sentimentos subjetivos, aqueles que julgamos serem corretos, são os mesmos que os salvarão, mas Deus uniu a salvação com a sua objetiva verdade. Quando nós aprendemos e obedecemos a verdade revelada na palavra de Deus, podemos estar certos da nossa salvação. João nos falou do nosso relacionamento com Deus quando ele disse: "Ora, sabemos que o temos conhecido por isto: se guardamos os seus mandamentos. Aquele que diz: Eu o conheço, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade" (1 João 2:3-4).
Deus nos providenciou a confiança e a segurança para estarmos aptos a conhecer a verdade. O mesmo Deus que nos criou e nos deu a habilidade de nos comunicar, tem também a habilidade de transmitir sua vontade para conosco de modo que possamos entendê-la. Devemos humildemente aceitar a responsabilidade de estudar, entender e obedecer sua revelação.
Num mundo desordenado pela dúvida e pela confusão religiosa, nós podemos achar esperança nas palavras de Jesus: "E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará."
- por Dennis Allan
testemunho
Sou assim
Creio que pra cada um de nós, Deus tem uma vitória para oferecer,não importa o tempo,nem de que fórma,mas o que ele fala, ele faz,porque Deus não é homem para que minta,por isso descanço, e o adoro,e sobretudo acredito, mesmo nas horas mais sombrias,no poder desse Deus!porque Deus nunca erra!!sou vitoriosa!!como ele age em minha vida,agirá em sua vida também,todos somos chamados a adorar esse rei,esse rei que morreu para nos dar vida, e vida em abundância,e morreu por nossos pecados;por isso, só Deus tem a chave de nossa vitoria,seja em qualquer area de sua vida,ele ressuscitou, Jesus,está vivo,pois está aqui, no meio de nós,só ele liberta, cura,transforma,e sara!!!!e te ama por demais!!e eu agradeço a ele, por tudo em minha vida ,por minha familia,meus filhos,meus amigos......
Desejo a todos, muita paz!!não essa paz desse mundo mal,que prega paz, e faz a guerra,e mata crianças inocentes, mas a paz que excede todo entendimento!! chamado Jesus Cristo!!!
Creio que pra cada um de nós, Deus tem uma vitória para oferecer,não importa o tempo,nem de que fórma,mas o que ele fala, ele faz,porque Deus não é homem para que minta,por isso descanço, e o adoro,e sobretudo acredito, mesmo nas horas mais sombrias,no poder desse Deus!porque Deus nunca erra!!sou vitoriosa!!como ele age em minha vida,agirá em sua vida também,todos somos chamados a adorar esse rei,esse rei que morreu para nos dar vida, e vida em abundância,e morreu por nossos pecados;por isso, só Deus tem a chave de nossa vitoria,seja em qualquer area de sua vida,ele ressuscitou, Jesus,está vivo,pois está aqui, no meio de nós,só ele liberta, cura,transforma,e sara!!!!e te ama por demais!!e eu agradeço a ele, por tudo em minha vida ,por minha familia,meus filhos,meus amigos......
Desejo a todos, muita paz!!não essa paz desse mundo mal,que prega paz, e faz a guerra,e mata crianças inocentes, mas a paz que excede todo entendimento!! chamado Jesus Cristo!!!
Testemunhos
Houve um Tempo
Houve um tempo que a minha vida era norteada pelo o que os outros opinavam: Esse tempo foi quando tentava agradar a outros, fracassei.
Houve um tempo que tentei agradar a minha vontade: Esse tempo foi marcado literalmente por que deixaram cicatrizes de vergonha e fracasso e poucos orgulhos que não valeram a pena. Aprendi.
Houve outro tempo em que entendi que havia uma necessidade de submeter a minha vontade a alguém que é maior que as opiniões e as vontades: Esse tempo foi marcado por transformação de mente e coração. Entendi.
Que DEUS na pessoa do nosso SENHOR e SALVADOR JESUS CRISTO é muito maior que qualquer opinião e vontade. Esse tempo não foi fácil reconheço, mas estava cansado de tentar agradar quem não tem estrutura de cuidar de mim (outros e nem eu mesmo) por esse motivo mergulhei e por alguns momentos fiquei confuso mas logo a confusão foi se dissipando e deu lugar a algo que ainda não acabei de receber pois ainda recebo a cada manha: È muita alegria que é diferente de (euforia logo passa) paz (que nada pode dar,dinheiro coisas etc..) realização é a certeza de estar na direção certa(conhecida como convicção) o amor que muitos buscam em pessoas e se decepcionam. Esse é um dom de DEUS. Amar a DEUS sobre todas as coisas e amar a seu próximo como a si mesmo. Esse é o verdadeiro sentido da vida e do tempo que se cumpre em cada um que aprende a viver a cada manhã.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
estudo do Livro de João capitulo 14
Eu Sou o Caminho, a Verdade e a Vida - João 14:1–14 - ENTENDENDO E VIVENDO
Escrito por Kurt Berg
22-Dez-2007
Quando Jesus começa a falar em João 14, ele tinha acabado de dizer a Pedro que ele, de fato, lhe negaria três vezes. Imediatamente, ele muda o curso da conversação, debatendo os medos de seus seguidores com uma afirmação: “Não se turbe vosso coração”. Como dizemos, ele está focalizando a grande figura. Assim como descansamos no Senhor, estamos para assentar todos os nossos problemas em seu Filho também! Já que não podemos de jeito algum responder às grandes questões - imaginar nosso lugar na vida e navegar neste mundo louco - ele simplesmente nos diz que, ao pormos toda nossa confiança e crença em Deus Pai e no Filho, tudo será respondido.
Apesar de os discípulos desfrutarem de um tempo precioso na companhia de Jesus, enquanto ele caminhou pela terra, eles não estavam conseguindo compreender o que estava acontecendo e muito menos o que estava por vir. Jesus, então, confortou-os. Podemos olhar de volta para aquele momento e ver que Jesus teve de trazer esperança e confiança a eles. Deve ter sido problemático, até mesmo inacreditável, aqueles homens darem-se conta de que Jesus iria abandoná-los. Todavia, por crerem em Deus e no seu plano, eles poderiam continuar sua relação com Jesus.
Muitas moradas
A noção de uma mansão com muitas moradas para todos deve ter sido bastante atraente para os palestinos do primeiro século. O que poderia ser mais distante da realidade de suas vidas oprimidas? De qualquer maneira, os seguidores de Jesus precisavam saber que suas vidas com ele não terminariam com sua morte. Ele havia lhes dito que esta vida era apenas a plataforma temporária para a glória da eternidade com o Pai.
Jesus deve ter desejado muito voltar a estar com seu Pai outra vez, longe da existência cruel aqui na terra... Contudo, precisava assegurar àqueles homens o fim do resultado: uma morada em glória com o Pai. Se essas pessoas eram tão cabeças-duras como somos hoje, Jesus deve ter exercitado uma tremenda paciência para explicar-lhes até as coisas mais simples, de novo e de novo... E, apesar de terem vivido mais próximos dele do que podemos conceber, não podiam compreender seu propósito de ter vindo a terra, de juntar uma multidão para ele e, então, partir abruptamente para algo inimaginavelmente maravilhoso. Imagine deixar sua vida passada para trás e seguir um homem que você acreditava ser Deus! Pense em viver diariamente com ele, conhecê-lo, estar ligado a ele, rir e chorar junto e experimentar toda parte da vida assim. Teria de compreender tudo que ele realmente era. A separação seria temporária; ele retornaria e levar-nos-ia para estar com ele. Não era o fim, e todos nós poderíamos ser parte disso.
Conhecendo o caminho
Jesus era um homem paciente. Várias vezes, amavelmente, desenhou um quadro para seus seguidores: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” (João 14:6). De novo, parece simples, mas estamos densos. Como crianças, precisamos ser docilmente conduzidos, pacientemente encorajados e cuidadosamente ensinados. Nossa única rota para Deus é pelo seu Filho; ele é o Caminho. Siga seus passos e receba o prêmio. Ele é a Verdade. Existem tantas “pseudos verdades” que parecemos desesperados para segui-las; afinal, elas são tão atraentes... Mas ele diz a nós para rechaçar todas as tentações temporárias e confiar apenas na verdade de Cristo Jesus, pois ele é, definitivamente, a Vida. Você tem que fazer uma escolha. Você pode escolher viver regaladamente aqui na terra – tal escolha é cheia de ganância, egoísmo, sedução, prazer e de fontes aparentemente inesgotáveis de satisfação – ou você pode optar pelo caminho estreito que Deus preparou para nós. A estreiteza desse caminho é absoluta! Todavia, perdemos isso de vista quando nos comprometemos com o que é correto; substituímos nossa vontade pela dele. Não é fácil ajustar nossa vida para as únicas respostas: seu Filho, seu Mundo e sua Luz. E, por seguir esse curso, viveremos eternamente com ele.
Mais uma vez, Jesus exercita sua paciência. Parecia impossível para os discípulos conceberem a unidade de Jesus com o Pai. Mesmo após todo aquele tempo com ele, os homens realmente não sabiam que, por conhecerem Jesus, também conheciam Deus, o Pai. Eles queriam conhecer Deus, e precisavam ouvir que o Senhor estava ali mesmo, na frente deles, todo o tempo. Se conhecessem Jesus, então, conheceriam o Pai.
Os pais pensam que exercitam uma paciência ilimitada com seus filhos. Jesus está dizendo: “Olá! Você está ouvindo? Toc, toc. Alguém em casa?” Não me admira que ele dissesse que devemos ser como as criancinhas... A abertura e a claridade da mente infantil fariam com que tivéssemos bem menos problemas em compreender a idéia de Jesus e de Deus como sendo um. Talvez precisemos ter isso martelado em nós, novamente... Não aprendemos facilmente! Os discípulos, sentados na primeira fileira do maior show já visto, ainda assim não percebiam !! E, se eles não puderam, como seremos nós capazes?
Seu trabalho
“Pai, que está em mim, é quem faz as obras” (João 14:10). Assim, Jesus pacientemente trabalha com os homens que não parecem conhecer melhor. Se suas palavras são impossíveis de compreender, olhe o que tem sido feito aqui em nome de Deus!
Na própria época de Jesus, diante dos seus olhos, ocorreram o levantamento dos mortos; as curas; as mudanças físicas, meteorológicas e biológicas miraculosas, várias e várias vezes. Enfim, Jesus usará a idéia de seus Trabalhos para propelir seus seguidores no seu futuro. Após sua ida para o Pai, eles não devem chafurdar na lamentação e na perda, na falta de orientação e de foco.
Eles precisarão lembrar-se da ação esquematizada para eles. Não somos salvos por nossos trabalhos, mas Deus quer que seus crentes saiam entre as pessoas e façam o seu trabalho. O de Deus é restaurar o homem para o seu caminho, além de prepará-lo para uma relação eterna com ele.
Nosso propósito como crentes é realizar trabalhos maiores aqui do que até mesmo Cristo fez. Isso parece impossível agora. “Tudo quanto pedirdes em meu nome eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho.” (João 14:13). Contudo, as ferramentas estão aqui; é só pedir e ele dará as mesmas para nós. Se nosso propósito derradeiro é glorificar Deus, seu pedido final é que nos conectemos intimamente com ele, peçamos em seu nome, e fortaleçamos nossas vidas com os trabalhos que ele nos pede para fazer.
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Caminho com Deus, Alianças com Deus....
As Alianças de Deus
Aliança significa pacto, acordo, ajuste, concerto. Teologicamente, diz respeito a concerto entre Deus e o seu povo. O Antigo Testamento é chamado Antiga Aliança, e o Novo Testamento, Nova Aliança. O nosso Deus é Deus de alianças. Através delas, Ele, pelo seu imenso amor, nos dá a garantia de muitas bênçãos, se houver fé e obediência. A iniciativa do concerto sempre foi de Deus, que estabelece as condições. Vejamos:
CONCERTO COM ADÃO - A primeira aliança Deus fez com Adão e Eva – aliança adâmica ou edênica - no Éden: deu-lhes a Terra e pleno domínio sobre os animais; deu-lhes fartura de alimento, abençoou-os e disse-lhes que deveriam frutificar e multiplicar. Mas estabeleceu condições: Não deveriam comer do fruto da árvore da ciência do bem e do mal. O princípio da obediência estava criado. Se comessem da árvore proibida, morreriam. Desobedeceram, quebraram a aliança, e experimentaram imediatamente a morte moral e espiritual, e, depois, a morte física. Convém lembrar que em todos os concertos há promessas de bênçãos, mas há a contrapartida da fé e fiel obediência. (Gn 1.27-30; 2.16-17; 3.2-20).
CONCERTO COM NOÉ - Após o dilúvio, do qual se salvaram Noé e sua família, num total de oito pessoas (Gn 7.13), Deus falou: "Convosco estabeleço o meu concerto, que não será mais destruída toda carne pelas águas do dilúvio e que não haverá mais dilúvio para destruir a terra". Como sinal perpétuo dessa aliança Deus deixou o arco sobre as nuvens (Gn 9.11-17). Chamada aliança noética.
CONCERTO COM ABRAÃO - O concerto entre Deus e Abraão - aliança abraâmica - foi chamado "concerto perpétuo", porque extensivo às gerações vindouras e já apontando para o Reino Eterno de Cristo (Gn 17.7). Como parte da aliança Deus prometeu fazer de Abraão uma grande nação, e abençoar todas as famílias da terra através dele (Gn 12.2-3); dar a terra de Canaã aos seus descendentes, que seriam grandemente multiplicados: "E te farei frutificar grandissimamente e de ti farei nações, e reis sairão de ti" (Gn 12.7,15; 13.16; 15.5; 17.2,6,7,8,9). O concerto foi feito com Abrão, nome mudado por Deus para Abraão (pai da multidão) (Gn 17.39). Como parte da aliança, Abraão deveria circuncidar todos os machos, filhos e servos sob sua autoridade, como selo do concerto, e de aceitação de Deus como Senhor (Gn 17.10-14, 23). Deus prometeu estender a aliança a Isaque, o filho da promessa que iria nascer (Gn 17.16,19).
CONCERTO COM ISAQUE - Os termos da aliança foram renovados em Isaque: "Serei contigo e te abençoarei... multiplicarei a tua semente como as estrelas dos céus e darei à tua semente todas as terras. E em tua semente serão benditas todas as nações da terra. Eu sou o Deus de Abraão, teu pai. Não temas, porque eu sou contigo, e abençoar-te-ei, e multiplicarei a tua semente por amor de Abraão, meu servo" (Gn 26.2-5,24).
CONCERTO COM JACÓ - "Eu sou o SENHOR, o Deus de Abraão, teu pai, e o Deus de Isaque. Esta terra em que estás deitado te darei a ti e à tua semente. E tua semente será como o pó da terra... e em ti serão benditas todas as famílias da terra" (Gn 28.13-14). As alianças de Deus com seu povo provam que Ele é fiel à sua palavra. Para recebermos as bênçãos prometidas, fé e obediência são indispensáveis.
CONCERTO COM OS ISRAELITAS - Passados uns três meses da saída do Egito, Deus falou ao seu povo através de Moisés, ao sopé do monte Sinal (Horebe), para, basicamente, renovar e relembrar os termos do concerto com Abraão, Isaque e Jacó: a) a terra de Canaã seria deles; b) Deus seria o único Deus de Israel; o povo assumiria o compromisso de guardar suas leis e mandamentos; c) seriam castigados em caso de desobediência (Êx 6.3-8; 19.4-6; 23.20-25). Uma promessa que deve ser guardada no coração: "Agora, se diligentemente ouvirdes a minha voz, e guardardes a minha aliança, sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos...vós me sereis reino sacerdotal e nação santa" (Êx 19.5-6). O povo aceitou: "Tudo o que o Senhor falou, faremos" (Êx 24.3). Deus requer de nós o firme propósito de acatarmos os termos de sua aliança. As leis que deveriam ser obedecidas eram a lei moral (aqui incluídos os Dez Mandamentos), a lei civil, a lei cerimonial.
RENOVAÇÃO DA ALIANÇA NAS PLANÍCIES DE MOABE - Antes da entrada na terra prometida, e após percorrerem o deserto durante 39 anos, os termos do concerto foram relembrados. A finalidade era de dar conhecimento das promessas divinas aos que nasceram durante a peregrinação, e fortalecer espiritualmente o povo para enfrentar o desafio conquistar a nova terra (Dt 4.44-26.19; 31.1-33.29). Os capítulos 27 e 28 tratam das maldições e das bênçãos decorrentes da rebeldia ou da obediência. CONCERTO COM DAVI - O resultado mais imediato da aliança davídica foi o estabelecimento do reino do filho de Davi, Salomão, que deveria edificar um templo para o Senhor (2 Sm 7.11-13); o reinado de Davi passaria aos seus descendentes: "Fiz aliança com o meu escolhido; jurei ao meu servo Davi: a tua descendência estabelecerei para sempre e edificarei o teu trono de geração em geração" (Salmos 89.3-4). A condição para o cumprimento dessas bênçãos seria a fiel obediência de Davi e de seus descendentes. A vinda de um Rei messiânico e eterno, da linhagem de Davi, estava implícito nesse concerto (Isaías 9.6-7). "Do trono de Jessé brotará um rebento, e das suas raízes um renovo frutificará (Is 11.1; Mq 5.2-4). Esse novo Rei seria chamado "O SENHOR, Justiça Nossa" (Jr 23.5-6).
A NOVA E ETERNA ALIANÇA EM CRISTO - A promessa de uma nova aliança está em Jeremias 31.31-33: "Vêm dias, diz o Senhor, em que farei uma aliança nova com a casa de Israel e com a casa de Judá... porei a minha lei no seu interior, e as escreverei no seu coração. Eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo." A nova aliança foi selada com o sangue de Jesus, com seu sacrifício voluntário, com sua morte expiatória: "Isto é o meu sangue, o sangue da nova aliança, que é derramado por muitos, para remissão de pecados" (Mt 26.28). A nova aliança é superior à antiga: "Mas agora alcançou ele ministério tanto mais excelente, quanto é mediador de UM MELHOR CONCERTO, que está confirmado em melhores promessas" (Hb 8.6). E as melhores promessas são: os que se arrependem têm seus pecados totalmente perdoados (Hb 8.12); um novo coração e uma nova natureza recebem aqueles que verdadeiramente amam e obedecem a Deus (Ez 11.19-20); são recebidos como filhos de Deus (Rm 8.15-16); têm experiência maior em relação ao Espírito Santo (Jl 2.28; At 1.5,8).
Como vimos, de aliança em aliança Deus prosseguiu na execução do seu plano de salvação dos homens, sempre oferecendo novas oportunidades. A primeira manifestação desse plano está em Gênesis 3.15: "E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua descendência e o seu descendente; este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar." Para isso, "Deus mandou o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (Jo 3.16). Já não é mais necessário sacrifício de animais para reparar nossas culpas, como no antigo concerto. O sangue do "Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo" manifestou-se por um ato único, perfeito e eficaz; o sacrifício voluntário de Jesus Cristo abriu o caminho da reconciliação do pecador com Deus.
Autor: Pr. Airton Evangelista da Costa
Aliança significa pacto, acordo, ajuste, concerto. Teologicamente, diz respeito a concerto entre Deus e o seu povo. O Antigo Testamento é chamado Antiga Aliança, e o Novo Testamento, Nova Aliança. O nosso Deus é Deus de alianças. Através delas, Ele, pelo seu imenso amor, nos dá a garantia de muitas bênçãos, se houver fé e obediência. A iniciativa do concerto sempre foi de Deus, que estabelece as condições. Vejamos:
CONCERTO COM ADÃO - A primeira aliança Deus fez com Adão e Eva – aliança adâmica ou edênica - no Éden: deu-lhes a Terra e pleno domínio sobre os animais; deu-lhes fartura de alimento, abençoou-os e disse-lhes que deveriam frutificar e multiplicar. Mas estabeleceu condições: Não deveriam comer do fruto da árvore da ciência do bem e do mal. O princípio da obediência estava criado. Se comessem da árvore proibida, morreriam. Desobedeceram, quebraram a aliança, e experimentaram imediatamente a morte moral e espiritual, e, depois, a morte física. Convém lembrar que em todos os concertos há promessas de bênçãos, mas há a contrapartida da fé e fiel obediência. (Gn 1.27-30; 2.16-17; 3.2-20).
CONCERTO COM NOÉ - Após o dilúvio, do qual se salvaram Noé e sua família, num total de oito pessoas (Gn 7.13), Deus falou: "Convosco estabeleço o meu concerto, que não será mais destruída toda carne pelas águas do dilúvio e que não haverá mais dilúvio para destruir a terra". Como sinal perpétuo dessa aliança Deus deixou o arco sobre as nuvens (Gn 9.11-17). Chamada aliança noética.
CONCERTO COM ABRAÃO - O concerto entre Deus e Abraão - aliança abraâmica - foi chamado "concerto perpétuo", porque extensivo às gerações vindouras e já apontando para o Reino Eterno de Cristo (Gn 17.7). Como parte da aliança Deus prometeu fazer de Abraão uma grande nação, e abençoar todas as famílias da terra através dele (Gn 12.2-3); dar a terra de Canaã aos seus descendentes, que seriam grandemente multiplicados: "E te farei frutificar grandissimamente e de ti farei nações, e reis sairão de ti" (Gn 12.7,15; 13.16; 15.5; 17.2,6,7,8,9). O concerto foi feito com Abrão, nome mudado por Deus para Abraão (pai da multidão) (Gn 17.39). Como parte da aliança, Abraão deveria circuncidar todos os machos, filhos e servos sob sua autoridade, como selo do concerto, e de aceitação de Deus como Senhor (Gn 17.10-14, 23). Deus prometeu estender a aliança a Isaque, o filho da promessa que iria nascer (Gn 17.16,19).
CONCERTO COM ISAQUE - Os termos da aliança foram renovados em Isaque: "Serei contigo e te abençoarei... multiplicarei a tua semente como as estrelas dos céus e darei à tua semente todas as terras. E em tua semente serão benditas todas as nações da terra. Eu sou o Deus de Abraão, teu pai. Não temas, porque eu sou contigo, e abençoar-te-ei, e multiplicarei a tua semente por amor de Abraão, meu servo" (Gn 26.2-5,24).
CONCERTO COM JACÓ - "Eu sou o SENHOR, o Deus de Abraão, teu pai, e o Deus de Isaque. Esta terra em que estás deitado te darei a ti e à tua semente. E tua semente será como o pó da terra... e em ti serão benditas todas as famílias da terra" (Gn 28.13-14). As alianças de Deus com seu povo provam que Ele é fiel à sua palavra. Para recebermos as bênçãos prometidas, fé e obediência são indispensáveis.
CONCERTO COM OS ISRAELITAS - Passados uns três meses da saída do Egito, Deus falou ao seu povo através de Moisés, ao sopé do monte Sinal (Horebe), para, basicamente, renovar e relembrar os termos do concerto com Abraão, Isaque e Jacó: a) a terra de Canaã seria deles; b) Deus seria o único Deus de Israel; o povo assumiria o compromisso de guardar suas leis e mandamentos; c) seriam castigados em caso de desobediência (Êx 6.3-8; 19.4-6; 23.20-25). Uma promessa que deve ser guardada no coração: "Agora, se diligentemente ouvirdes a minha voz, e guardardes a minha aliança, sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos...vós me sereis reino sacerdotal e nação santa" (Êx 19.5-6). O povo aceitou: "Tudo o que o Senhor falou, faremos" (Êx 24.3). Deus requer de nós o firme propósito de acatarmos os termos de sua aliança. As leis que deveriam ser obedecidas eram a lei moral (aqui incluídos os Dez Mandamentos), a lei civil, a lei cerimonial.
RENOVAÇÃO DA ALIANÇA NAS PLANÍCIES DE MOABE - Antes da entrada na terra prometida, e após percorrerem o deserto durante 39 anos, os termos do concerto foram relembrados. A finalidade era de dar conhecimento das promessas divinas aos que nasceram durante a peregrinação, e fortalecer espiritualmente o povo para enfrentar o desafio conquistar a nova terra (Dt 4.44-26.19; 31.1-33.29). Os capítulos 27 e 28 tratam das maldições e das bênçãos decorrentes da rebeldia ou da obediência. CONCERTO COM DAVI - O resultado mais imediato da aliança davídica foi o estabelecimento do reino do filho de Davi, Salomão, que deveria edificar um templo para o Senhor (2 Sm 7.11-13); o reinado de Davi passaria aos seus descendentes: "Fiz aliança com o meu escolhido; jurei ao meu servo Davi: a tua descendência estabelecerei para sempre e edificarei o teu trono de geração em geração" (Salmos 89.3-4). A condição para o cumprimento dessas bênçãos seria a fiel obediência de Davi e de seus descendentes. A vinda de um Rei messiânico e eterno, da linhagem de Davi, estava implícito nesse concerto (Isaías 9.6-7). "Do trono de Jessé brotará um rebento, e das suas raízes um renovo frutificará (Is 11.1; Mq 5.2-4). Esse novo Rei seria chamado "O SENHOR, Justiça Nossa" (Jr 23.5-6).
A NOVA E ETERNA ALIANÇA EM CRISTO - A promessa de uma nova aliança está em Jeremias 31.31-33: "Vêm dias, diz o Senhor, em que farei uma aliança nova com a casa de Israel e com a casa de Judá... porei a minha lei no seu interior, e as escreverei no seu coração. Eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo." A nova aliança foi selada com o sangue de Jesus, com seu sacrifício voluntário, com sua morte expiatória: "Isto é o meu sangue, o sangue da nova aliança, que é derramado por muitos, para remissão de pecados" (Mt 26.28). A nova aliança é superior à antiga: "Mas agora alcançou ele ministério tanto mais excelente, quanto é mediador de UM MELHOR CONCERTO, que está confirmado em melhores promessas" (Hb 8.6). E as melhores promessas são: os que se arrependem têm seus pecados totalmente perdoados (Hb 8.12); um novo coração e uma nova natureza recebem aqueles que verdadeiramente amam e obedecem a Deus (Ez 11.19-20); são recebidos como filhos de Deus (Rm 8.15-16); têm experiência maior em relação ao Espírito Santo (Jl 2.28; At 1.5,8).
Como vimos, de aliança em aliança Deus prosseguiu na execução do seu plano de salvação dos homens, sempre oferecendo novas oportunidades. A primeira manifestação desse plano está em Gênesis 3.15: "E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua descendência e o seu descendente; este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar." Para isso, "Deus mandou o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (Jo 3.16). Já não é mais necessário sacrifício de animais para reparar nossas culpas, como no antigo concerto. O sangue do "Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo" manifestou-se por um ato único, perfeito e eficaz; o sacrifício voluntário de Jesus Cristo abriu o caminho da reconciliação do pecador com Deus.
Autor: Pr. Airton Evangelista da Costa
Estudo de Tabernaculos...
Há que promovem a Festa dos Tabernáculos e incentivam todos a dela participarem. Esse evento é espiritualizado e trazido para a atual dispensação como anunciador da vinda do Senhor. Eis o que encontramos num site:
“As festas bíblicas são ordens sagradas do Senhor. Elas não são apenas judaicas; são, antes de mais nada, do Senhor, declaradas como estatuto eterno (Lv. 23:1-44). Essas festas não são um convite para que a Igreja volte à primeira aliança, mas para sustentar a mensagem que elas transmitem. Elas apontam para o fim, para o Cordeiro e falam da parousia, ou seja, a segunda vinda do Messias. Tabernáculo é a preparação, por fé, do caminho do Senhor; é caminhar trabalhando, tirando as pedras, deixando o caminho livre e seguro para que todos possam ver o Rei entrar. Tirar as pedras do caminho é profético para poder estabelecer e anunciar que o Senhor está voltando”.
Está escrito que as solenidades e festas enumeradas no capítulo 23 e Levítico fazem parte do antigo pacto, ao qual estavam vinculados os “filhos de Israel” (Lv 23.1). As solenidades eram as seguintes: Festa dos Tabernáculos e Dia da Expiação, na estação do cultivo das terras; Festa das Trombetas, no ano novo; Primícias, Pães Asmos e Festa da Páscoa, nas chuvas tardias e colheita de cevadas; Festa do Purim, nas chuvas tardias; Festa de Pentecoste ou das semanas, na estação da vinicultura. A maioria dessas festas sagradas, também chamadas de “santas convocações”, se relacionava com as atividades agrícolas e os acontecimentos históricos da nação hebréia, e foi instituída como parte do concerto do Sinal (Ex 23.14-19). Todos os varões israelitas estavam obrigados a participar das três festas dos peregrinos: Páscoa, Pentecostes e dos Tabernáculos.
A finalidade da Festa dos Tabernáculos era lembrar ao povo a bondade de Deus para com ele durante seus quarenta anos no deserto, sem habitação permanente. Também chamada Festa da Colheita, porque ela comemorava o término da colheita dos frutos e nozes do verão.
Diante disso, há de se perguntar: o cristão do novo concerto é obrigado a fazer parte dessas festas? É dever da Igreja de Cristo promovê-las? Quem delas não participar está de algum modo em pecado? Vou tentar responder a essas indagações. Tem havido dúvidas sobre o que está valendo e o que não está valendo com relação ao Antigo Testamento. Focarei o assunto da Festa dos Tabernáculos. O Senhor disse: “Celebrareis esta festa por sete dias cada ano; estatuto perpétuo é pelas vossas gerações. Sete dias habitareis debaixo de tendas; todos os naturais em Israel habitarão em tendas, para que saibam as vossas gerações que eu fiz habitar os filhos de Israel em tendas, quando os tirei do Egito. Assim, pronunciou Moisés as solenidades do Senhor, aos filhos de Israel” (Lv 23.41-44).
Estatuto perpétuo – Lemos no artigo acima citado que essas festas “não são apenas judaicas”, pois se trata de estatuto perpétuo. Quer dizer que a Igreja deve promovê-las por todos os séculos dos séculos até a vinda de Jesus? Se a resposta for afirmativa, (1) cumpramos também, por ser “lei perpétua”, a solenidade das “Primícias”, observando todas as exigências ali previstas (Lv 23.14); cumpramos também, por ser “lei perpétua”, o “Pentecostes”, observando todos os requisitos da ordenança, bem como o sacrifício de animais (Lv 23.21); observemos também o Dia da Expiação por ser “estatuto perpétuo”; este é um dia especial de aflição; mas cuidado: “Toda alma que, naquele mesmo dia, não se afligir será extirpada do seu povo”; e se fizer alguma obra será destruída (Lv 23.29-31); celebremos também a Páscoa com sacrifício de animais, tal como ordenado pelo Senhor, por ser “estatuto perpétuo” (Ex 12.14); observemos também os “contínuos holocaustos” [por toda a vida] ordenados pelo Senhor: “Um cordeiro sacrificarás pela manhã e o outro cordeiro sacrificarás de tarde” (Nm 28.3-4); nas cerimônias de consagração, cumpramos, por ser “estatuto perpétuo”, o ritual de degola de um “novilho perante o Senhor, à porta da tenda da congregação”, e “derramarás o sangue à base do altar” (Ex 29.11-12). Enquanto não surgiu a nova e eterna aliança em Cristo, valeu a perpetuidade dos estatutos do antigo concerto.
Diz também o texto acima que essas festas devem ter continuidade para sustentar a mensagem anterior e preparar o povo para a volta do Senhor. Nada mais inconsistente. A Festa dos Tabernáculos tinha uma finalidade: “Para que saibam as vossas gerações que eu fiz habitar os filhos de Israel em tendas, quando os tirei da terra do Egito” (Lv 23.43). O povo então se lembrava da bondade de Deus durante os quarenta anos no deserto. Logo, não se pode sustentar essa mesma mensagem nos dias atuais. Também não serve como preparação para a vinda do Senhor. Somente com obediência irrestrita e fé inabalável estaremos preparados. Cristo é o ministro do verdadeiro tabernáculo, não feito por homem (Hb 8.2). Jesus é o Mediador de um melhor concerto, firmado em melhores promessas. Se o concerto anterior fosse irrepreensível, nunca se teria buscado lugar para o segundo (8.6-7). Mas, vindo Cristo, o sumo sacerdote dos bens futuros, por um maior e mais perfeito tabernáculo, não feito por mãos, isto é, não desta criação, nem por sangue de bodes e bezerros, mas por seu próprio sangue, entrou uma vez no santuário, havendo efetuado uma eterna redenção (v. Hb 9.1-28). A Festa dos Tabernáculos era sombra das coisas futuras. Voltaremos às sombras?
O Antigo e o Novo Concerto – “Os capítulos 8-10 do livro de Hebreus descrevem numerosos aspectos do antigo concerto tais como o culto, as leis e o ritual dos sacrifícios no tabernáculo; descrevem os vários cômodos e móveis desse centro de adoração do Antigo Testamento”. É duplo o propósito do autor: (1) contrastar o serviço do sumo sacerdote no santuário terrestre, segundo o antigo concerto, com o ministério de Cristo como o sumo sacerdote no santuário celestial segundo o novo concerto; e (2) demonstrar como esses vários aspectos do antigo concerto prenunciam ou tipificam o ministério de Cristo que estabeleceu o novo concerto. O presente estudo sintetiza o relacionamento entre esses dois concertos.
(1) Segundo o antigo concerto, a salvação e o relacionamento correto com Deus provinham de um relacionamento com Ele à base da fé expressa pela obediência à sua lei e ao sistema sacrificial desta. Os sacrifícios do AT tinham três propósitos principais: (a) Ensinar ao povo de Deus a gravidade do pecado. O pecado separava os pecadores de um Deus santo, e somente através do derramamento de sangue poderiam reconciliar-se com Deus e encontrar perdão (Ex 12.3-14; Lv 16; 17.11; Hb 9.22). (b) Prover um meio para Israel chegar-se a Deus mediante a fé, a obediência e o amor (cf. Hb 4.16; 7.25; 10.,1). (c) Indicar de antemão ou prenunciar (Hb 8.5; 10.1) o sacrifício perfeito de Cristo pelos pecados da raça humana (cf. Jo 1.29; 1 Pe 1.18,19; Ex 12.3-14; Lv 16).
(2) Jeremias profetizou que, num tempo futuro, Deus faria um novo concerto, um melhor concerto, com o seu povo (ver Jr 31.31-34; cf Hb 8.8-12). É melhor concerto do que o antigo (cf. Rm 7) porque perdoa totalmente os pecados dos que se arrependem (Hb 8.12), transforma-os em filhos de Deus (Rm 8.15-16), dá-lhes novo coração e nova natureza para que possam, espontaneamente, amar e obedecer a Deus (Hb 8.10; cf. Ez 11.19,20), os conduz a um estreito relacionamento pessoal com Jesus Cristo e o Pai ((Hb 8.11) e provê uma experiência maior em relação ao Espírito Santo (Jl 2.29; At 1.5,8; 2.16,17, 33, 38,39; Rm 8.14,15, 26).
(3) Jesus é quem instituiu o novo concerto ou o novo testamento (ambas as idéias estão contidas na palavra grega diatheke - testamento), e seu ministério celestial é incomparavelmente superior ao dos sacerdotes terrenos do AT. O novo concerto é um acordo, promessa, última vontade e testamento, e uma declaração do propósito divino em outorgar graça e bênção àqueles que se chegam a Deus mediante a fé obediente. De modo específico, trata-se de um concerto de promessa para aqueles que, por fé, aceitam a Cristo como Filho de Deus, recebem suas promessas e se dedicam pessoalmente a Ele e aos preceitos do novo concerto. (a) O ofício de Jesus Cristo como mediador do novo concerto (Hb 8.6; 9.15; 12.24) baseia-se na sua morte expiatória (Mt 26.28; Mc 14.24; Hb 9.14,15; 10-29; 12.24). As promessas e os preceitos desse novo concerto são expressos em todo o Novo Testamento. Seu propósito é: salvar da culpa e da condenação da lei todos os que crêem em Jesus Cristo e dedicam suas vidas às verdades e deveres do seu concerto (Hb 9.16,17; cf. Mc 14.24; 1 Co 11.25); e fazê-lo um povo que seja a possessão de Deus (Hb 8.10; cf. Ez 11.19.20; 1 Pe 2.9). (b) O sacrifício de Jesus é melhor que os do antigo concerto por ser um sacrifício voluntário e obediente de uma pessoa justa (Jesus Cristo), e não um sacrifício involuntário de um animal. O sacrifício de Jesus e o seu cumprimento da vontade de Deus foram perfeitos, e, portanto, proveu um caminho para o pleno perdão, reconciliação com Deus e santificação (Hb 10.10,15-17). (c) Todos os que pertencem ao novo concerto por Jesus Cristo recebem as bênçãos e a salvação oriundas desse concerto mediante sua perseverança na fé e na obediência. Os infiéis são excluídos dessas bênçãos.
(4) Estabelecido o novo concerto em Cristo, o antigo concerto se tornou obsoleto [que caiu em desuso] (Hb 8.13). Não obstante, o novo concerto não invalida a totalidade das Escrituras do AT, mas apenas as do pacto mosaico, pelo qual a salvação era obtida mediante a obediência à Lei e ao seu sistema de sacrifícios. “O Antigo Testamento não está abolido; boa parte da sua revelação aponta para Cristo, e por ser a inspirada Palavra de Deus, é útil para ensinar, repreender, corrigir e instruir em retidão” (Bíblia de Estudo Pentecostal - BEP).
Nada impede de serem realizadas tantas festas quantas quiserem, desde que conservado o espírito solene, a decência e a ordem, e seja para glória de Deus. Todavia, não se pode ensinar que as festas judaicas para os dias atuais decorram de ordem e que sejam indispensáveis à santificação ou a maior comunhão com Deus; que abram caminho para a volta do Senhor. Ensinar, por exemplo, que a não participação resulta em perda da bênção contraria em muitos pontos a Palavra de Deus. Não mais estamos sujeitos ao cumprimento de solenidades próprias dos judeus (Jo 7.2), que eram sombras de coisas futuras. Em Cristo, já experimentamos esse porvir; fomos constituídos templos do Espírito e podemos com confiança chegar ao trono da graça, o verdadeiro tabernáculo, onde está assentado o Sumo Sacerdote (Hb 4.16; 8.1-2; 12.2).
Sombras
“Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz. E, despojando os principados e potestades, os expôs publicamente e deles triunfou em si mesmo. Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo” (Cl 2.14-17- Almeida CF).
Comentário - O “riscar a cédula” é uma referência à lei de Moisés, isto é, aos mandamentos que indicavam a conduta certa do homem, mas que não lhe podiam dar vida nem o poder para obedecer a Deus (Gl 3.21). A salvação mediante o concerto do AT foi cravada na cruz (ou seja, abolida), e Deus estabeleceu um concerto melhor, por meio de Cristo e através do seu Espírito (2 Co 3.6-9); Hb 8.6-13; 10.16,17, 29; 12.24). As duas primeiras palavras (comer, beber) provavelmente se referem às regras judaicas sobre alimentação do AT, que os colossenses eram pressionados a observar como necessidade para a salvação pelos falsos mestres. “Dias de festas”, “lua nova” e “sábados” provavelmente se referem a determinados dias sagrados de observância obrigatória no calendário judaico. O apóstolo Paulo ensina que o cristão está livre dessas obrigações legais e cerimoniais (Gl 4.4-11; 5.1)” (BEP).
Ouçamos mais uma vez o apóstolo: “Mas agora, conhecendo a Deus, ou, antes, sendo conhecidos por Deus, como tornais outra vez a esses rudimentos fracos e pobres, aos quais de novo quereis servir? Guardais dias, e meses, e tempos, e anos. Receio de vós, que não haja trabalhado em vão para convosco. Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou [liberdade do jugo da lei] e não torneis a meter-vos debaixo do jugo da servidão” (Gl 4.9-11; 5.1).
“Rudimentos fracos”, isto é, impotentes para resgatar vidas; “pobres”, porque não podem aumentar a riqueza espiritual daqueles que são herdeiros de Deus (Gl 4.7; 1 Co 1.5; 3.21-23; 2 Co 8.9; Tg 2.5). O apóstolo roga aos gálatas que se livrem das ordenanças judaicas: “Rogo-vos que sejais como eu” (4.12). Ele lançou por terra a carga da lei judaica a fim de colocar-se no nível de seus convertidos gentios: “Eu sou como vós” (O Novo Comentário das Bíblia).
“Porque está escrito que Abraão teve dois filhos, um da escrava e outro da livre” (Gl 4.22). A ilustração objetiva demonstrar a diferença entre o antigo e o novo concerto. Agar representa o antigo concerto, firmado no monte Sinal (v.25); os seus filhos vivem agora sob esse concerto e nascem segundo a carne (v.23), isto é, não têm o Espírito Santo. Sara, a outra esposa de Abraão, representa o novo concerto; os seus filhos, isto é, os crentes em Cristo, têm o Espírito e são verdadeiros filhos de Deus” (ibidem).
A Festa dos Tabernáculos faz parte do antigo concerto. Estamos hoje em novidade de vida, sob os termos da nova e eterna aliança que tem como Mediador Jesus Cristo. Não nos convém voltar ao deserto e habitar em tendas. Não nos convém retornar às solenidades do passado que, como sombras do que viria, apontavam para uma realidade futura. Cristo é a nossa realidade. Seria mais útil distribuir com os pobres o elevado montante de dinheiro que se gasta com essas festas.
Autor: Pr. Airton Evangelista da Costa
“As festas bíblicas são ordens sagradas do Senhor. Elas não são apenas judaicas; são, antes de mais nada, do Senhor, declaradas como estatuto eterno (Lv. 23:1-44). Essas festas não são um convite para que a Igreja volte à primeira aliança, mas para sustentar a mensagem que elas transmitem. Elas apontam para o fim, para o Cordeiro e falam da parousia, ou seja, a segunda vinda do Messias. Tabernáculo é a preparação, por fé, do caminho do Senhor; é caminhar trabalhando, tirando as pedras, deixando o caminho livre e seguro para que todos possam ver o Rei entrar. Tirar as pedras do caminho é profético para poder estabelecer e anunciar que o Senhor está voltando”.
Está escrito que as solenidades e festas enumeradas no capítulo 23 e Levítico fazem parte do antigo pacto, ao qual estavam vinculados os “filhos de Israel” (Lv 23.1). As solenidades eram as seguintes: Festa dos Tabernáculos e Dia da Expiação, na estação do cultivo das terras; Festa das Trombetas, no ano novo; Primícias, Pães Asmos e Festa da Páscoa, nas chuvas tardias e colheita de cevadas; Festa do Purim, nas chuvas tardias; Festa de Pentecoste ou das semanas, na estação da vinicultura. A maioria dessas festas sagradas, também chamadas de “santas convocações”, se relacionava com as atividades agrícolas e os acontecimentos históricos da nação hebréia, e foi instituída como parte do concerto do Sinal (Ex 23.14-19). Todos os varões israelitas estavam obrigados a participar das três festas dos peregrinos: Páscoa, Pentecostes e dos Tabernáculos.
A finalidade da Festa dos Tabernáculos era lembrar ao povo a bondade de Deus para com ele durante seus quarenta anos no deserto, sem habitação permanente. Também chamada Festa da Colheita, porque ela comemorava o término da colheita dos frutos e nozes do verão.
Diante disso, há de se perguntar: o cristão do novo concerto é obrigado a fazer parte dessas festas? É dever da Igreja de Cristo promovê-las? Quem delas não participar está de algum modo em pecado? Vou tentar responder a essas indagações. Tem havido dúvidas sobre o que está valendo e o que não está valendo com relação ao Antigo Testamento. Focarei o assunto da Festa dos Tabernáculos. O Senhor disse: “Celebrareis esta festa por sete dias cada ano; estatuto perpétuo é pelas vossas gerações. Sete dias habitareis debaixo de tendas; todos os naturais em Israel habitarão em tendas, para que saibam as vossas gerações que eu fiz habitar os filhos de Israel em tendas, quando os tirei do Egito. Assim, pronunciou Moisés as solenidades do Senhor, aos filhos de Israel” (Lv 23.41-44).
Estatuto perpétuo – Lemos no artigo acima citado que essas festas “não são apenas judaicas”, pois se trata de estatuto perpétuo. Quer dizer que a Igreja deve promovê-las por todos os séculos dos séculos até a vinda de Jesus? Se a resposta for afirmativa, (1) cumpramos também, por ser “lei perpétua”, a solenidade das “Primícias”, observando todas as exigências ali previstas (Lv 23.14); cumpramos também, por ser “lei perpétua”, o “Pentecostes”, observando todos os requisitos da ordenança, bem como o sacrifício de animais (Lv 23.21); observemos também o Dia da Expiação por ser “estatuto perpétuo”; este é um dia especial de aflição; mas cuidado: “Toda alma que, naquele mesmo dia, não se afligir será extirpada do seu povo”; e se fizer alguma obra será destruída (Lv 23.29-31); celebremos também a Páscoa com sacrifício de animais, tal como ordenado pelo Senhor, por ser “estatuto perpétuo” (Ex 12.14); observemos também os “contínuos holocaustos” [por toda a vida] ordenados pelo Senhor: “Um cordeiro sacrificarás pela manhã e o outro cordeiro sacrificarás de tarde” (Nm 28.3-4); nas cerimônias de consagração, cumpramos, por ser “estatuto perpétuo”, o ritual de degola de um “novilho perante o Senhor, à porta da tenda da congregação”, e “derramarás o sangue à base do altar” (Ex 29.11-12). Enquanto não surgiu a nova e eterna aliança em Cristo, valeu a perpetuidade dos estatutos do antigo concerto.
Diz também o texto acima que essas festas devem ter continuidade para sustentar a mensagem anterior e preparar o povo para a volta do Senhor. Nada mais inconsistente. A Festa dos Tabernáculos tinha uma finalidade: “Para que saibam as vossas gerações que eu fiz habitar os filhos de Israel em tendas, quando os tirei da terra do Egito” (Lv 23.43). O povo então se lembrava da bondade de Deus durante os quarenta anos no deserto. Logo, não se pode sustentar essa mesma mensagem nos dias atuais. Também não serve como preparação para a vinda do Senhor. Somente com obediência irrestrita e fé inabalável estaremos preparados. Cristo é o ministro do verdadeiro tabernáculo, não feito por homem (Hb 8.2). Jesus é o Mediador de um melhor concerto, firmado em melhores promessas. Se o concerto anterior fosse irrepreensível, nunca se teria buscado lugar para o segundo (8.6-7). Mas, vindo Cristo, o sumo sacerdote dos bens futuros, por um maior e mais perfeito tabernáculo, não feito por mãos, isto é, não desta criação, nem por sangue de bodes e bezerros, mas por seu próprio sangue, entrou uma vez no santuário, havendo efetuado uma eterna redenção (v. Hb 9.1-28). A Festa dos Tabernáculos era sombra das coisas futuras. Voltaremos às sombras?
O Antigo e o Novo Concerto – “Os capítulos 8-10 do livro de Hebreus descrevem numerosos aspectos do antigo concerto tais como o culto, as leis e o ritual dos sacrifícios no tabernáculo; descrevem os vários cômodos e móveis desse centro de adoração do Antigo Testamento”. É duplo o propósito do autor: (1) contrastar o serviço do sumo sacerdote no santuário terrestre, segundo o antigo concerto, com o ministério de Cristo como o sumo sacerdote no santuário celestial segundo o novo concerto; e (2) demonstrar como esses vários aspectos do antigo concerto prenunciam ou tipificam o ministério de Cristo que estabeleceu o novo concerto. O presente estudo sintetiza o relacionamento entre esses dois concertos.
(1) Segundo o antigo concerto, a salvação e o relacionamento correto com Deus provinham de um relacionamento com Ele à base da fé expressa pela obediência à sua lei e ao sistema sacrificial desta. Os sacrifícios do AT tinham três propósitos principais: (a) Ensinar ao povo de Deus a gravidade do pecado. O pecado separava os pecadores de um Deus santo, e somente através do derramamento de sangue poderiam reconciliar-se com Deus e encontrar perdão (Ex 12.3-14; Lv 16; 17.11; Hb 9.22). (b) Prover um meio para Israel chegar-se a Deus mediante a fé, a obediência e o amor (cf. Hb 4.16; 7.25; 10.,1). (c) Indicar de antemão ou prenunciar (Hb 8.5; 10.1) o sacrifício perfeito de Cristo pelos pecados da raça humana (cf. Jo 1.29; 1 Pe 1.18,19; Ex 12.3-14; Lv 16).
(2) Jeremias profetizou que, num tempo futuro, Deus faria um novo concerto, um melhor concerto, com o seu povo (ver Jr 31.31-34; cf Hb 8.8-12). É melhor concerto do que o antigo (cf. Rm 7) porque perdoa totalmente os pecados dos que se arrependem (Hb 8.12), transforma-os em filhos de Deus (Rm 8.15-16), dá-lhes novo coração e nova natureza para que possam, espontaneamente, amar e obedecer a Deus (Hb 8.10; cf. Ez 11.19,20), os conduz a um estreito relacionamento pessoal com Jesus Cristo e o Pai ((Hb 8.11) e provê uma experiência maior em relação ao Espírito Santo (Jl 2.29; At 1.5,8; 2.16,17, 33, 38,39; Rm 8.14,15, 26).
(3) Jesus é quem instituiu o novo concerto ou o novo testamento (ambas as idéias estão contidas na palavra grega diatheke - testamento), e seu ministério celestial é incomparavelmente superior ao dos sacerdotes terrenos do AT. O novo concerto é um acordo, promessa, última vontade e testamento, e uma declaração do propósito divino em outorgar graça e bênção àqueles que se chegam a Deus mediante a fé obediente. De modo específico, trata-se de um concerto de promessa para aqueles que, por fé, aceitam a Cristo como Filho de Deus, recebem suas promessas e se dedicam pessoalmente a Ele e aos preceitos do novo concerto. (a) O ofício de Jesus Cristo como mediador do novo concerto (Hb 8.6; 9.15; 12.24) baseia-se na sua morte expiatória (Mt 26.28; Mc 14.24; Hb 9.14,15; 10-29; 12.24). As promessas e os preceitos desse novo concerto são expressos em todo o Novo Testamento. Seu propósito é: salvar da culpa e da condenação da lei todos os que crêem em Jesus Cristo e dedicam suas vidas às verdades e deveres do seu concerto (Hb 9.16,17; cf. Mc 14.24; 1 Co 11.25); e fazê-lo um povo que seja a possessão de Deus (Hb 8.10; cf. Ez 11.19.20; 1 Pe 2.9). (b) O sacrifício de Jesus é melhor que os do antigo concerto por ser um sacrifício voluntário e obediente de uma pessoa justa (Jesus Cristo), e não um sacrifício involuntário de um animal. O sacrifício de Jesus e o seu cumprimento da vontade de Deus foram perfeitos, e, portanto, proveu um caminho para o pleno perdão, reconciliação com Deus e santificação (Hb 10.10,15-17). (c) Todos os que pertencem ao novo concerto por Jesus Cristo recebem as bênçãos e a salvação oriundas desse concerto mediante sua perseverança na fé e na obediência. Os infiéis são excluídos dessas bênçãos.
(4) Estabelecido o novo concerto em Cristo, o antigo concerto se tornou obsoleto [que caiu em desuso] (Hb 8.13). Não obstante, o novo concerto não invalida a totalidade das Escrituras do AT, mas apenas as do pacto mosaico, pelo qual a salvação era obtida mediante a obediência à Lei e ao seu sistema de sacrifícios. “O Antigo Testamento não está abolido; boa parte da sua revelação aponta para Cristo, e por ser a inspirada Palavra de Deus, é útil para ensinar, repreender, corrigir e instruir em retidão” (Bíblia de Estudo Pentecostal - BEP).
Nada impede de serem realizadas tantas festas quantas quiserem, desde que conservado o espírito solene, a decência e a ordem, e seja para glória de Deus. Todavia, não se pode ensinar que as festas judaicas para os dias atuais decorram de ordem e que sejam indispensáveis à santificação ou a maior comunhão com Deus; que abram caminho para a volta do Senhor. Ensinar, por exemplo, que a não participação resulta em perda da bênção contraria em muitos pontos a Palavra de Deus. Não mais estamos sujeitos ao cumprimento de solenidades próprias dos judeus (Jo 7.2), que eram sombras de coisas futuras. Em Cristo, já experimentamos esse porvir; fomos constituídos templos do Espírito e podemos com confiança chegar ao trono da graça, o verdadeiro tabernáculo, onde está assentado o Sumo Sacerdote (Hb 4.16; 8.1-2; 12.2).
Sombras
“Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz. E, despojando os principados e potestades, os expôs publicamente e deles triunfou em si mesmo. Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo” (Cl 2.14-17- Almeida CF).
Comentário - O “riscar a cédula” é uma referência à lei de Moisés, isto é, aos mandamentos que indicavam a conduta certa do homem, mas que não lhe podiam dar vida nem o poder para obedecer a Deus (Gl 3.21). A salvação mediante o concerto do AT foi cravada na cruz (ou seja, abolida), e Deus estabeleceu um concerto melhor, por meio de Cristo e através do seu Espírito (2 Co 3.6-9); Hb 8.6-13; 10.16,17, 29; 12.24). As duas primeiras palavras (comer, beber) provavelmente se referem às regras judaicas sobre alimentação do AT, que os colossenses eram pressionados a observar como necessidade para a salvação pelos falsos mestres. “Dias de festas”, “lua nova” e “sábados” provavelmente se referem a determinados dias sagrados de observância obrigatória no calendário judaico. O apóstolo Paulo ensina que o cristão está livre dessas obrigações legais e cerimoniais (Gl 4.4-11; 5.1)” (BEP).
Ouçamos mais uma vez o apóstolo: “Mas agora, conhecendo a Deus, ou, antes, sendo conhecidos por Deus, como tornais outra vez a esses rudimentos fracos e pobres, aos quais de novo quereis servir? Guardais dias, e meses, e tempos, e anos. Receio de vós, que não haja trabalhado em vão para convosco. Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou [liberdade do jugo da lei] e não torneis a meter-vos debaixo do jugo da servidão” (Gl 4.9-11; 5.1).
“Rudimentos fracos”, isto é, impotentes para resgatar vidas; “pobres”, porque não podem aumentar a riqueza espiritual daqueles que são herdeiros de Deus (Gl 4.7; 1 Co 1.5; 3.21-23; 2 Co 8.9; Tg 2.5). O apóstolo roga aos gálatas que se livrem das ordenanças judaicas: “Rogo-vos que sejais como eu” (4.12). Ele lançou por terra a carga da lei judaica a fim de colocar-se no nível de seus convertidos gentios: “Eu sou como vós” (O Novo Comentário das Bíblia).
“Porque está escrito que Abraão teve dois filhos, um da escrava e outro da livre” (Gl 4.22). A ilustração objetiva demonstrar a diferença entre o antigo e o novo concerto. Agar representa o antigo concerto, firmado no monte Sinal (v.25); os seus filhos vivem agora sob esse concerto e nascem segundo a carne (v.23), isto é, não têm o Espírito Santo. Sara, a outra esposa de Abraão, representa o novo concerto; os seus filhos, isto é, os crentes em Cristo, têm o Espírito e são verdadeiros filhos de Deus” (ibidem).
A Festa dos Tabernáculos faz parte do antigo concerto. Estamos hoje em novidade de vida, sob os termos da nova e eterna aliança que tem como Mediador Jesus Cristo. Não nos convém voltar ao deserto e habitar em tendas. Não nos convém retornar às solenidades do passado que, como sombras do que viria, apontavam para uma realidade futura. Cristo é a nossa realidade. Seria mais útil distribuir com os pobres o elevado montante de dinheiro que se gasta com essas festas.
Autor: Pr. Airton Evangelista da Costa
Jesus Cristo é o caminho
Jesus Cristo é o Caminho
Primeira de uma série de sete lições
Problemas? Você está confuso? Perdido?
"O homem, nascido de mulher, vive breve tempo, cheio de inquietação" (Jó 14:1).
Estas palavras, ditas milhares de anos atrás, expressam o sentimento de muitos dos que vivem hoje em dia. Agora, contudo, há uma saída: Jesus Cristo. Ele disse de si mesmo, "Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida" (João 14:6). Para tudo que é verdadeiramente bom, tanto nesta vida como na vida vindoura, Jesus Cristo é o caminho.
Seguir a Jesus como "o caminho" significa mais do que só louvá-lo com nossos lábios. Ele disse:
"Por que me chamais 'Senhor, Senhor,' e não fazeis o que vos mando?" (Lucas 6:46).
"Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos" (João 8:31).
A vida e o ensinamento de Jesus são encontrados nos primeiros quatro livros do Novo Testamento: Mateus, Marcos, Lucas e João. Outros livros do Novo Testamento são também o ensinamento de Jesus, pois ele revelou-o pelo Espírito Santo, através de homens como Pedro e Paulo. Paulo escreveu:
"Se alguém se considera profeta ou espiritual, reconheça ser mandamento do Senhor o que vos escrevo" (1 Coríntios 14:37).
Seguir Jesus como o caminho, portanto, exige um estudo cuidadoso do Novo Testamento e um esforço determinado para viver como ele ordena.
Jesus, o Caminho para uma Vida Melhor
Jesus declarou o propósito de sua vinda à terra com as seguintes palavras:
"Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância" (João 10:10).
Jesus providencia esta vida melhor, oferecendo a solução para os problemas que tornam a vida difícil: culpa, insatisfação e medo. Ele não promete riqueza ou luxo, mas nos conforta com uma mensagem de um Pai amoroso no Céu, que cuida de seus filhos e que proverá as coisas de que eles verdadeiramente necessitam.
"Portanto, não vos inquieteis, dizendo 'Que comeremos?'. . . Pois vosso Pai celestial sabe que necessitais de todas estas coisas; buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas" (Mateus 6:31-33).
As pessoas mais felizes no mundo são aquelas que mais completamente se dedicam a seguir Jesus como o caminho.
"No qual, não vendo agora, mas crendo, exultais com alegria indizível e cheia de glória" (1 Pedro 1:8).
Jesus, o Caminho para o Perdão dos Pecados
O pecado é uma ameaça mais séria contra nosso bem-estar do que qualquer perigo físico, econômico ou social, que enfrentemos. Entretanto, todos nós somos culpados de pecado e incapazes, por nós mesmos, de remover sua mancha. O pecado é violação da lei de Deus e somente Deus pode perdoá-lo. Ele providenciou nosso perdão através de Jesus.
"No qual temos a redenção, pelo seu sangue, a remissão dos pecados, segundo a riqueza da sua graça" (Efésios 1:7).
"Carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados" (1 Pedro 2:24).
Depois de seu sacrifício por nós, Jesus explicou como aqueles que estão perdidos no pecado podem ter a remissão dos pecados e serem salvos.
"Assim está escrito que o Cristo havia de padecer e ressuscitar dentre os mortos no terceiro dia e que em seu nome se pregasse arrependimento para remissão de pecados a todas as nações, começando de Jerusalém" (Lucas 24:46,47).
"Quem crer e for batizado ser salvo" (Marcos 16:16).
Jesus, o Caminho para Deus
As pessoas perdidas necessitam mais do que perdão dos pecados. Elas precisam de recuperação daquela íntima união com Deus que perderam por seu pecado. Enviando Jesus ao mundo, ""Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo" (2 Coríntios 5:19).
Jesus declarou que só se pode chegar a Deus através dele. Ele disse:
"Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim" (João 14:6).
Jesus, o Caminho para Sair da Confusão Religiosa
Muitos dos que desejam seguir a Cristo são repelidos pela multidão de igrejas e de doutrinas conflitantes ensinadas por aqueles que professam ser cristãos. Não precisamos fazer parte desta confusão. Jesus não a aprovou.
Em Mateus 16:18, Jesus prometeu:" "Edificarei a minha igreja."
Lemos sobre o começo de sua igreja em Atos, capítulo 2.
"Acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos" (Atos 2:47).
O Senhor está ainda acrescentando à sua igreja aqueles que estão sendo salvos. Se somos salvos, estamos em sua igreja e unidos com todos os outros que nela estão.
"Há somente um corpo e um Espírito, como também fostes chamados numa só esperança da vossa vocação; há um só Senhor, uma só fé, um só batismo; um só Deus e Pai de todos" (Efésios 4:4-6).
É bom para nós adorarmos e trabalharmos com outros indivíduos salvos, que são ligados conosco em Cristo por estes laços da união. Mas, se ingressamos em outro corpo (denominação), aceitamos outro senhor (autoridade religiosa) ou aderimos a outra fé (credo), estamos deixando a unidade pela qual Jesus orou, em João 17:20,21.
Jesus, o Caminho para o Céu
"Aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disso, o juízo" (Hebreus 9:27).
A morte é a porta, tanto do céu como do inferno. Morrer em Jesus é morrer no caminho para o céu.
"Então, ouvi uma voz do céu, dizendo, Escreve: Bem-aventurados os mortos que, desde agora, morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem das suas fadigas, pois as suas obras os acompanham" (Apocalipse 14:13).
"Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras [no sangue do Cordeiro], para que lhes assista o direito à rvore da vida, e entrem na cidade pelas portas" (Apocalipse 22:14).
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